DIMENSÕES CONSTITUTIVAS DO SUJEITO PSICOLÓGICO
Prof. Ulisses Araújo
Razão: Existe uma forte questão que afeta o dia a dia de sala, quem é nosso aluno?
Com quem lidamos?
A maioria das teorias tendem a redução do ser humano. O propósito é estudar de uma forma mais complexa o ser humano, e isto influencia em sala de aula e a forma em que lidamos com alunos e terceiros.
Sujeito como ser COMPLEXO:
Muitas vezes não está em livros, não é teoria, é um sujeito “de carne e osso”.
O sujeito psicológico se envolve com o meio. Constituido de um mundo consciente e não consciente (não estão na nossa consciência a operações que ocorrem no nosso cérebro ou no nosso corpo, mas não temos consciência sobre isso, porém influenciam nossa vida)
DIMENSÕES CONSTITUTIVAS DO SUJEITO PSICOLÓGICO
- BIOLÓGICO
- AFETIVA – papel afetos, sentimentos,emoções
- SOCIO CULTURAL – Existem em nossas crenças influencia de culturas que ajudam a construir nossa identidade
- COGNITIVO – inteligência, forma de se comportar e lidar com fatos e pessoas
Teorias reducionistas tendem a estudar apenas um dos aspectos através apenas de UMA destas dimensões, dependendo da área de atuação profissional, ou autores ...
Não podemos explicar o ser humano considerando apenas UM aspectos, pois eles acontecem SIMULTANEAMENTE.
Algumas vezes o foco é maior em determinado fator, mas considerando a complexidade do ser humano
Não é só cérebro, nem máquina de aprender, nem desisteressado, apenas...
Entendimento de comportamentos de forma complexa, uqestões interagem de forma COLETIVA, dentro de uma perspectiva considerando um SUJEITO COMPLEXO, onde ele vive todas estas estruturas ao mesmo tempo
Visão de TOTALIDADE DO SUJEITO
O fato de um indivíduo ter nascido na favela determina seu comportamento?
Pais separados determinam...?
Influencias, relacionamentos, etc...
REFLEXOS NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE VALORES.
A CONSTRUÇÃO DOS VALORES E A DIMENSÃO AFETIVA
Profa. Viviane Pinheiro
A MARGARIDA FRIORENTA (Fernanda Lopes de Almeida)
Era uma vez uma margarida em um jardim.Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.Aí passou a Borboleta Azul. A borboleta parou de voar.
- Por que você esta tremendo?
- Frio!
- Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite.
E se encolheu nas suas folhas.
A Borboleta teve uma idéia:
- Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
-Psiu, acorde!
- Ah? E você, Borboleta? Como vai?
- Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
- O que e que ela tem?
- Frio coitada!
- Então já sei o remédio. É trazer a Margarida para o meu quarto.
- Vou trazer já.
A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
- Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem.
Ana Maria abriu a porta para eles. E deu um biscoito para Moleque.
A Margarida ficou na mesa de cabeceira.Ana Maria se deitou.
Mas ouviu um barulhinho. Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo!
- Que e isso?
- Frio!
- Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum.E vestiu o casaquinho na Margarida.
- Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria. A Margarida continuou a tremer.
Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar uma casa para você!
E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida.Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho.
Era a Margarida tremendo.Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um beijo na Margarida... A Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
-Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
E a Borboleta respondeu:
- Ah! Entendi!
Era uma vez uma margarida em um jardim.Quando ficou de noite a margarida começou a tremer.Aí passou a Borboleta Azul. A borboleta parou de voar.
- Por que você esta tremendo?
- Frio!
- Oh! E horrível ficar com frio! E logo em uma noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite.
E se encolheu nas suas folhas.
A Borboleta teve uma idéia:
- Espere um pouco! E voou para o quarto de Ana Maria.
-Psiu, acorde!
- Ah? E você, Borboleta? Como vai?
- Eu vou bem. Mas a Margarida vai mal.
- O que e que ela tem?
- Frio coitada!
- Então já sei o remédio. É trazer a Margarida para o meu quarto.
- Vou trazer já.
A Borboleta pediu ao cachorro Moleque:
- Você leva esse vaso para o quarto da Ana Maria?
Moleque era muito inteligente e levou o vaso muito bem.
Ana Maria abriu a porta para eles. E deu um biscoito para Moleque.
A Margarida ficou na mesa de cabeceira.Ana Maria se deitou.
Mas ouviu um barulhinho. Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo!
- Que e isso?
- Frio!
- Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho para você.
Ana Maria tirou o casaquinho da boneca. Porque a boneca não estava com frio nenhum.E vestiu o casaquinho na Margarida.
- Agora, você esta bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria. A Margarida continuou a tremer.
Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar uma casa para você!
E Ana Maria arranjou uma casa para Margarida.Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho.
Era a Margarida tremendo.Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um beijo na Margarida... A Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.No dia seguinte Ana Maria disse para a Borboleta Azul:
-Sabe Borboleta? O frio da Margarida não era frio de casaco não!
E a Borboleta respondeu:
- Ah! Entendi!
A afetividade é tão importante quanto a cognição (estruturas), complementam-se fazendo parte da organização do psiquismo humano.
VERGONHA E CULPA
ASPECTOS QUE OS DIFERENCIAM
VERGONHA: RELACIONA-SE A FORMA COMO O OUTRO ME VÊ
DESEJO DE SE ESCONDER OU ESCAPAR
CULPA: RELACIONA-SE MAIS A AUTO-AVALIAÇÃO DO SUJEITO
ASPECTOS QUE OS RELACIONAM:
AMBOS SENTIMENTOS SÃO MORAIS
SÃO EMOÇÕES NEGATIVAS
SÃO ATRIBUIÇÕES INTERNAS VIVENCIADAS EM RELAÇÕES INTERPESSOAIS
EMERGEM DA REGULAÇÃO DOS VALORES MORAIS (VERGONHA E CULPA)
Não minimizar os vínculos afetivos... As escolas tendem a cortar estes vínculos!
Trabalho com os sentimentos morais, explicitados pelos alunos, como objetos de conhecimento. Um deles é o valor de tolerância
Que as escolas estimulem sentimentos mais positivos, proporcionando uma sociedade mais harmoniosa









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